terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011 - Toliminado

Essa foi a palavra-chave da eliminação do Corinthians para o Tolima na Pré-Libertadores de 2011. O Timão estava mais para Timinho quando na noite daquela quarta-feira, 2 de fevereiro, quando foi derrotado por 2 a 0 para aquele desconhecido e fraco time colombiano.

A derrota começou antes mesmo de entrar em campo, quando o lateral Roberto Carlos se tornou um grande desfalque para aquela partida por dores na coxa. Por isso, Tite resolveu poupá-lo, como se aquela partida não se tratasse de uma decisão. Além disso, o chuta-chuta Bruno César, hoje no Benfica, foi barrado pelo treinador e, com isso, o Corinthians chegou ao gol do Tolima apenas uma vez no primeiro tempo.

Ronaldo por sua vez, se mostrava a cada lance daquela partida, a última dele pelo Corinthians, como um ex-jogador em atividade, tanto pelo peso, quanto pela falta de condições técnicas, que não poderia ajudar o Corinthians naquele jogo.
A diretoria também teve sua parcela de culpa naquela ridícula eliminação. Isso porque, resolveu reforçar o time após aqueles jogos da Pré-Libertadores, quando repatriou o luso-brasileiro Liédson para ser o novo camisa 9 do Corinthians. O próprio presidente do Corinthians, Andrés Sanches, afirmou que a antecipação da contratação do "Levinho" poderia ter mudado a história daquelas partidas, já que no primeiro jogo no Pacaembú, o Corinthians não conseguiu tirar o zero do placar mesmo tendo pressionado o Tolima durante os 90 minutos.

Com a eliminação, lém da indignação da torcida, vieram a aposentadoria de Ronaldo e a saída de Roberto Carlos. Logo, o ano do Corinthians tinha tudo para ser uma catástrofe. Mas não foi isso que aconteceu e, é o que você confere nos próximos episódios da RETROSPECTIVA 2011.

Retrospectiva 2011

Assim como a série de vídeos que o Jogada de Mestres está disponibilizando para seus leitores sobre a Evolução do Futebol, a partir de hoje começaremos a Retrospectiva 2011, que vai tratar dos principais fatos esportivos do ano. Fiquem ligados!

domingo, 11 de dezembro de 2011

sábado, 10 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

Fica a dica

A partir de amanhã, o blog Jogada de Mestres ira exibir uma série de vídeos que nós, autores do blog, fizemos à pouco tempo e com jornalistas de nome na área esportiva. São eles: Odir Cunha (Historiador Santista), Celso Unzelte (ESPN Brasil) e Marcelo Duarte (Apresentador do Loucos por Futebol).

Não perca!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Seis é o número

Roger (5 letras) Federer (7 letras). Foi em uma média de 6 letras que o novo número 3 (metade de 6) do mundo venceu o Torneio dos Campeões em Londres neste domingo. A vítima da vez foi Tsonga, que complicou a vida do suíço no segundo set.

Parecia coisa do diabo, mas Federer logo tomou as rédeas da partida e depois de fazer 6 games a 3 no primeiro set e perder o segundo por 6 games a 7, fechou o jogo em mais um 6/3.

Com o título, Roger Federer levou o troféu de número 66 para casa e quem achava que o gênio do tênis estava em fim de carreira, se enganou.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Dedéterminação

O Vasco venceu a Copa do Brasil com justiça, está com frequência nas primeiras colocações do Campeonato Brasileiro pelo bom elenco que montou. Mas na Sul-Americana, a Cruz de Malta traz o velho futebol de raça, muita vontade e mais do que isso, muitos gols.

A vontade de ir ao estádio aumenta, a expectativa por belos jogos de futebol também. Só nos últimos dois jogos, o Vasco marcou 13 vezes. TREZE

Que transfira a alegria da classificação de hoje, de virada e de muita vontade para o Campeonato Brasileiro, para que assim, alguma equipe seja campeã com justiça do torneio. Justiça essa que ninguém alcançou até agora.

Agora, Dedé: Você é o cara.

domingo, 6 de novembro de 2011

Tira-se um coelho da cartola

Não que o Coelho tenha feito uma grande partida, porque não fez. O fato de ficar com maior posse de bola durante o segundo tempo não foi por mérito dos americanos, mas por total falha de Tite. Tirar um lateral e trocar por outro, sacar o Willian, melhor em campo até o momento para colocar Edenílson, não é tática de campeão.

Ou seja, o treinador/psicólogo alvinegro ou pensou que o empate "fora de casa" estava de ótimo tamanho, ou que venceria o jogo a qualquer momento. E foi justamente castigado com uma falha de Júlio Cesar, que sempre demonstrou insegurança nas bolas a meia-altura de longa distância.

Pensar que Atlético-MG e Figueirense estão jogando mais que o líder e provável campeão do Brasileiro, não é nenhum absurdo. Digo provável pelos próximos jogos do Corinthians no campeonato, ou será que não devo mais pensar assim?

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Solta o verbo, Baixinho!

Romário não poupou suas palavras e desabafou no twitter durante a tarde/noite desta sexta feira. O baixinho falou sobre os rumores sobre a sua candidatura à prefeito do Rio de Janeiro e sobre a situação das obras para a Copa do Mundo, incluindo a FIFA. Com vocês, as palavras de Romário:

"Sobre a notícia de hoje sobre uma possível candidatura a Prefeitura do RJ, é verdadeira. Mas o partido prefere apoiar o prefeito atual. Apoio esse que não terá da minha parte. Infelizmente na política existem essas construções que eu não sou muito de acordo. Mas é a política... Fazer o que né?"

"Ouviram o que o Secretário da FIFA Jerôme Valcke declarou? Que nenhum político e nem o Romário vencerá a FIFA... Como se eu estivesse contra a FIFA. Na verdade sou a favor do Brasil, principalmente do povo. E a FIFA tem q entender e vou lutar por isso.....porque nenhuma entidade estrangeira estará acima da nossa soberania. E se eles querem briga, vão ter! Até porque eu também gosto! A FIFA terá um lucro de 3 a 4 bilhões e o COL de 1 a 2 bilhões. E não querem ter responsabilidade com nada. Não é uma sacanagem? Existem 46 a 47 artigos da Lei Geral da Copa. Eu farei dez emendas para que esses artigos sejam modificados e por isso eles estão pulando..."

"Em outras palavras, a FIFA vem aqui, ganha seu $$ , tem o seu lucro, não gasta nenhum e ainda quer estar acima da nossa constituição... Eu não falo pelos outros só por mim. Vou brigar com todas as minhas forças para que, por exemplo, a FIFA deixe no mínimo 10% do seu lucro para a educação do nosso país e o COL 20% para as entidades que cuidam de pessoas com deficiência. Se vou ganhar não sei... o pau vai quebrar! E detalhe: isenção de todos os impostos e o Gov. Federal arcará com todas as custas de todos os processos da FIFA e o COL que é o representante da FIFA no país não fala não faz nem opina em nada, ainda tem sociedade com a CBF e o Presidente dessas duas entidades...é a mesma pessoa."

"Sr. Ricardo Teixeira que segundo o contrato, poderá dividir os lucros como bem entenderem os sócios. E a gente só se f... Enfim, na concepção deles tá tudo certo! Por isso eu vou fazer a minha parte que é lutar para que não aconteçam esses absurdos com o nosso $$"

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Bate Bola com o ídolo colorado: Fernandão





Jogada de Mestres: Quando você atuava na França, o Fernando Carvalho, presidente do clube na época, fez um grande esforço pra te contratar. Essa negociação te influencia em algo ou serve como parâmetro, agora que atua como diretor de futebol?

Fernandão: Também, porque eu ter vindo pro Internacional se deu muito pela visita do Fernando em Goiânia, de olhar no olho e ver o compromisso do dirigente que queria algo realmente, então influencia. Agora, muito mais do aquilo, foi a convivência que tive durante quatro anos aqui dentro com o Fernando e sem duvida nenhuma é um dos grandes dirigentes que eu tive. Então sem dúvida nenhuma que influencia.

Jogada de Mestres: Você acompanhou de perto a evolução do Internacional, a estruturação e tudo mais. O que as diferencia dos outros clubes, brasileiros e estrangeiros? No que isso influenciou para que você se tornasse o ídolo que é?

Fernandão: Eu acho que o que me fez me tornar ídolo aqui dentro foram as conquistas, minha maneira de ser, minha maneira de agir, e de sempre demonstrar uma vontade imensa de vestir a camisa do Inter quando eu entrava em campo. Agora em relação a estruturação, quando eu cheguei em 2004 eu tava eu estava vindo da França, e não devia muito pra grandes clubes do futebol brasileiro. O tempo passa e hoje eu acho que o Inter ta muito atrasado na parte estrutural, principalmente de treinamentos, tanto do profissional quanto da base. Quase que paramos no tempo com as conquistas e hoje a estrutura realmente não é adequada e perdemos para muitos times do Brasil que tem uma estrutura de treinamento melhor. Não estou desmerecendo em nada o que nós temos. O que temos dá para sobreviver, tanto é que conquistamos títulos todos os anos. Mas a melhora e a evolução têm que sempre existir.

Jogada de Mestres: Seu nome é sempre associado ao Internacional, pelo fato de ter sido capitão do time nas duas das maiores conquistas do clube, que foram a Libertadores e o Mundial de 2006. Qual a sensação de ser o ícone dessas conquistas ter levantado os troféus e ser lembrado por todos os torcedores que acompanharam a trajetória desse time campeão?

Fernandão: Eu acho que eu tive a grande sorte de ter tido companheiros, um treinador excepcional na época, e um grupo que queria realmente aquilo que era o grande objetivo do clube. O grande mérito daquele grupo foi meu, do Clêmer e de outros grandes lideres, ter conseguido com que o grupo entendesse o nosso pensamento, a nossa vontade, o nosso desejo e nosso caminho acima de tudo. Mas eu não me associo com ícone. Eu acho que eu fui mais um. Fui capitão pela minha maneira, pela minha postura e lógico que acabo sendo marcado de uma maneira ou de outra.

Jogada de Mestres: O Mundial de 2006, por exemplo, foi o ápice da história do futebol do Internacional. Em relação à estrutura diferenciada do clube, o que foi essencial para que os jogadores tivessem as condições ideias de trabalho? O quanto isso facilitou no trabalho dos profissionais que estavam envolvidos nessas conquistas?

Fernandão: Eu acho que começou com a Libertadores de 2004, 2005, 2006. E até hoje nós temos uma boa estrutura, lógico que poderíamos estar melhor, mas temos uma boa estrutura. Acho que pra Mundial, foi a logística que nós tivemos de ter ido para o Japão um tempo antes, para se adaptar ao fuso-horário, à comida, ao frio, aos treinamentos, tudo isso influenciou. Para falar de estrutura, grande mérito para a logística do Inter daquela época, que escolheu bons locais de treinamentos, um grande hotel que nós ficamos, ou seja, tínhamos tudo que nós precisávamos para poder estar totalmente concentrado para o jogo.

Jogada de Mestres: Em 2008, quando saiu do Internacional, você prometeu voltar um dia ao clube, seja como jogador, como dirigente ou torcedor. Você hoje é o atual Diretor de Futebol do Internacional. Até que ponto o fato de ter sido jogador te ajuda nessa nova função? E quais são as dificuldades que você enfrenta agora fora das quatro linhas?

Fernandão: 100% acho. Só aceitei o convite porque era o Internacional, local que eu conheço, praticamente uma casa que eu tenho. Conheço as pessoas que trabalham ali dentro do futebol, as pessoas da administração, isso tudo influencia. Eu conheço a mentalidade do jogador, já que há pouco tempo eu estava do outro lado, e conheço o que o povo do sul gosta, o que o torcedor colorado gosta de ver no seu time, então isso ajuda bastante, faz com que eu possa cobrar conversar e, às vezes, motivar o jogador de uma maneira que um ou outro não conseguiria se não conhecesse a historia do Internacional.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Ode aos verdadeiros ídolos


Com a iminente aposentadoria de dois dos maiores ídolos do futebol atual, Marcos, do Palmeiras, e Rogério Ceni, do São Paulo, a escassez ou, até mesmo, a falta de grandes nomes, figuras símbolos do futebol nacional se esvaziarão drasticamente.
Marcos e Rogério se abraçam antes de duelo
Marcos deve aposentar-se no final deste ano de 2011 e, assim, deixará a torcida alviverde do Palmeiras carente. Os palmeirenses, já carentes de grandes títulos, também enfrentam a falta de grandes ídolos. Nos anos 90, a equipe se tornou vitrine da Parmalat, que visava lucro na venda de jogadores e, por isso, realizava uma grande rotatividade de jogadores no time palmeirense, sem proporcionar a criação de grandes ídolos, exceção feita a alguns jogadores, como Evair, Edmundo e Alex.
No caso de Rogério Ceni, estamos falando, sem dúvida, de um dos maiores, se não o maior, jogador da história tricolor. O eterno camisa 01 são paulino já carrega 38 anos nas costas e deve aposentar-se no final de 2012. Realmente o fim do mundo para os torcedores tricolores.
Em ambos os casos, as diretorias de Palmeiras e São Paulo já fizeram suas apostas em novos ‘ídolos’. Kleber e Valdivia pelo Palmeiras e Luis Fabiano pelo São Paulo. Se somarmos os títulos destes jogadores pelos respectivos clubes, teremos apenas dois troféus: 1 Paulista conquistado em 2008 pela dupla alviverde e 1 Rio - São Paulo conquistado por Fabuloso em 2001. Com esse currículo, não deveríamos chamar nenhum desses jogadores de ídolos, mas o fazemos.
Mas esse fato triste não é restrito apenas ao Brasil. Se analisarmos os grandes ídolos na América do Sul ou na Europa, encontraremos poucos nomes que podem receber tal alcunha de ídolo de uma torcida. Recentemente, a Argentina perdeu um desses ídolos. Mais precisamente a torcida do Boca Juniors, que viu Palermo, maior artilheiro de toda história do clube, aposentar-se. Além disso, ainda vê outro grande ídolo, Riquelme, já em descendente na carreira.
Martin Palermo chorou em sua despedida na Bombonera, estádio do Boca Juniors
 Muita dessa falta de ídolos deve-se ao futebol moderno, ao futebol negócio. Hoje em dia, quando um garoto começa a despontar, já o tiram do clube para mandá-lo para Europa ou para algum outro mercado, como o mundo árabe ou asiático. O dinheiro fala (muito) mais alto que a paixão nesse momento do futebol.
Mas um país parece ter preservado um pouco desse espírito de idolatria: Itália. Não é difícil encontrarmos jogadores com longa e vitoriosa passagem nos grandes clubes do país. No Milan, há alguns anos tínhamos Paolo Maldini como zagueiro-lateral da equipe rossoneri. Maldini conquistou com o Milan 5 Champions League, 3 Mundiais de clubes, além de 7 campeonatos nacionais. Na Internazionale, temos Javier Zanetti, um símbolo para a torcida interista de Milão. Na Roma, é declarado o amor e a idolatria ao capitão Francesco Totti. E na Juventus, Alessandro Del Piero e Gianluigi Buffon fazem questão de honrar com maior respeito e orgulho a ‘maglia’ alvinegra do maior campeão nacional.
Del Piero e Maldini em seus respectivos clubes, Juventus e Milan
Portanto torcedores, sejamos um pouco saudosistas, lembremos de grandes jogadores do time de coração e torçamos para que nossos dirigentes tenham alguma mentalidade na hora de administrar nossos times, para que não precisemos ficar vendo jogadores medianos ou pernas de pau vestindo essas camisas que temos tanto orgulho, e ainda o chamando de ídolos. Tenhamos mais respeito com essa palavra que já representou Pelé, Garrincha, Ademir da Guia, Falcão, entre tantos outros nomes.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

E agora, Jobson?


A festa acabou, a luz apagou. Você que mostrou o que pode fazer, tirou o Botafogo de um rebaixamento, marcando dois belos gols na penúltima rodada contra o São Paulo, fazendo o seu na última partida contra o Palmeiras, se tornou ídolo do alvinegro carioca, passou seis meses inativo e deu a volta por cima. Tempo depois acertou com o Atlético-MG, mas não aguentou por muito tempo.

E agora, Jobson?

Está sem time, está sem discurso, está sem carinho porque bebe e fuma. Achou que os dias estavam contados para voltar ao Rio. O dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio. Pediu ao presidente do Alvinegro que lhe desse uma última chance. Pedido negado pelas faltas em treino, desunião e falta de comprometimento.

E agora, Jobson?

Suas doces palavras nas entrevistas, sua gana de dar a volta por cima, sua vontade de sair do vício, de se desprender das drogas, de querer voltar a ser um grande jogador, sua justiça, e agora?

Renê Simões confiou no jogador, deu a chance que outros se recusaram a propor. Jobson contratado pelo Bahia no início de 2011. Prometeu gols, prometeu esforço, prometeu mudar. Queria mudar. Se esforçou. Fez gols importantes, conquistou a torcida tricolor. Será que finalmente deu certo? Com a chave na mão quis abrir a porta. Não existe porta.

Jobson, e agora?

Se você gritasse, se você se esforçasse, se você ganhasse, se você corresse, se comparecesse, se jogasse, se fosse...

Mas você não morre, você é duro, Jobson!

Agora sozinho, tem de pensar se continua jogador, se continuar baladeiro. Ainda não conquistou nada, não pode se dar ao luxo de fugir das críticas. Quem te apoia? Sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, Jobson!

Jobson, para onde?

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Últimas tacadas

Após o encerramento da janela européia, alguns clubes brasileiros pararam com trocas e negociações de jogadores. Outros precisam se reforçar e, pra isso, buscam no próprio território nacional alternativas para arrancar no Brasileirão:

São Paulo: Contratou João Felipe do Botafogo para suprir a ausência de Alex Silva e Miranda (negociados) além de Bruno Uvini (na seleção sub-20). Não conseguiu renovar com Ilsinho e agora corre para o mercado nacional afim de complementar o elenco.


Internacional: A possível negociação de Andrezinho assombra o colorado. Caso seja confirmada a saída (provavelmente para o Fluminense), a equipe gaúcha terá que procurar outra opção para o meio. O nome de Ilsinho já é comentado no Rio Grande do Sul.


Cruzeiro: Com a lesão e negociação de alguns atacantes do elenco, a raposa sacramentou a volta de Wellinton Paulista e cedeu Brandão ao Grêmio. Nos próximos dias, o clube mineiro deve fechar contrato com outro atacante, Keirrison, encostado no Santos.


Atlético-MG: Após várias "grandes"contratações frustradas, o galo está próximo de concretizar a contratação de Pierre, que não vem sendo usado pelo técnico Luis Felipe Scolari no verdão. Deve ser a última tacada do clube mineiro para arrancar na tabela do brasileirão.

domingo, 14 de agosto de 2011

Já virou rotina

Neste ano de 2011, já virou algo normal todo domingo com tênis ver o sérvio Novak Djokovic levantar taças. E não foi diferente hoje em Montreal, Canadá, na disputa do Masters 1000 local. Foi o 9º (nono) título em 10 torneios disputados por Djokovic este ano. Entre estes títulos, estão dois Grand Slams: Australian Open e Wimbledon. A única derrota sofrida no ano foi para Roger Federer na terra batida de Roland Garros. Assim, Djokovic já se tornou número 1 do ranking da ATP, posto que dificilmente deixará até o final da temporada.
Novak Djokovic beija seu 9º troféu no ano
Aliás, é impressionante como Nole, como é chamado o sérvio, vem despachando seus adversários. Durante esta semana no Canadá, isso ficou cada vez mais evidente, principalmente nas quartas de final, quando enfrentou o irreverente francês Gael Monfils. Mesmo em um jogo parelho, disputado, Djokovic despachou Monfils, atual número 7 da ATP, com o placar 6-2 e 6-1, em apenas 1 hora e 14 minutos.
Djokovic e Monfils: Jogo duro, mas com vitória rápida do sérvio
 Já na semifinal, os potentes e precisos golpes de Djokovic só maltrataram Tsonga, que acabou abandonando a partida quando já perdia a partida por 6-3 e 3-0. Na final, o sérvio enfrentou seu freguês, o americano Mardy Fish, o qual enfrentou seis vezes e ganhou as seis. Mas Fish não foi vítima fácil para Djokovic dessa vez. O americano lutou bastante e até conseguiu vencer o segundo set por 6-3, após perder o primeiro por 6-2, obrigando a disputa do terceiro e decisivo set. Djokovic começou bem este set e logo de cara teve três chances de quebra, mas não a fez. Mas pouco depois, o sérvio conseguiu uma quebra de zero e então só necessitava confirmar seus serviços. E assim foi indo o jogo até Djokovic sacar para fechar o jogo em 5-4. Rapidamente Djokovic abriu 40-0, o que só aumentou o delírio da torcida. Porém, Fish não se entregou e lutou até o último ponto. Ele ainda chegou a fazer 40-40, mas parece que nada pode parar Djokovic.
Novak Djokovic e Mardy Fish
 Agora, o sérvio se prepara para a disputa do Masters 1000 de Cincinnati, torneio preparatório para o último Grand Slam do ano, o US Open.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Sem querer também vale

Na noite desta quinta-feira, Vasco e Palmeiras se enfrentaram em um São Januario esvaziado de torcedores. Os times entraram em campo pela primeira fase, a chamada fase nacional da Copa Sul-Americana. O Palmeiras contou com força máxima. Ou quase, já que não contou com Valdivia, convocado para seleção chilena. Já o Vasco, entrou em campo poupando diversos jogadores, entre eles Alecsandro, Eder Luis, Felipe, entre outros, além de não contar com Dedé, que somente passeou na Alemanha com a seleção brasileira. Com isso, ficou evidente a preocupação de cada time com a competição. Enquanto um sonha com o título, o outro só disputa por disputar.
E se as arquibancadas não estavam lotadas, esses torcedores que não compareceram não perderam muito. Em um jogo muito equilibrado, muitas vezes até sonolento, os dois times deixavam claro como buscariam o gol. O Vasco apostava na troca de passes e em levantamentos de Juninho Pernambucano e Bernardo, enquanto o Palmeiras apostava na velocidade de seu lado direito com Cicinho e M. Leite, na força de Kleber e, claro, na bola parada de Marcos Assunção.
Os dois times alternavam ataques no primeiro tempo. A melhor chance do Palmeiras foi com Patrik. O meio-campista alviverde viu a bola sobrar livre após bola rebatida errada da zaga vascaína e emendou um voleio por cima do gol. Já o Vasco, foi mais eficiente. Já no final do primeiro tempo, após algumas boas chances criadas, um escanteio da esquerda cobrado por Bernardo encontrou Diego Souza na pequena área. O camisa 10 cruzmaltino acabou desviando a bola sem querer e viu a bola entrar no canto, sem chances de defesa para o goleiro Marcos. Pouco depois, o árbitro Leandro Vuadem encerrou o primeiro tempo.
Na volta para segunda etapa, ficou cada vez mais evidente a postura das equipes. O Palmeiras buscando de todas as formas o gol de empate, enquanto do outro lado se via um Vasco abdicando do ataque, somente se defendendo. Felipão tentou de tudo com as peças que tinha. Colocou Dinei no lugar de M. Leite e viu o suplente criar as melhores chances para a equipe de Parque Antarctica. Na melhor delas, Dinei recebeu cruzamento de Assunção e cabeceou para o fundo das redes. Porém, o jogo já havia sido paralisado por um impedimento duvidoso. Nas outras oportunidades que criou, o Palmeiras viu as chances do empate ruir nas mãos de Fernando Prass, que teve boa atuação principalmente no segundo tempo, ou na má pontaria de alguns jogadores.
E como quem não queria mais nada, o Vasco ficava na defesa até conseguir um contra-ataque mortal. E foi isso que aconteceu. Aos 34 minutos da segunda etapa, Leandro recebeu bola na direita e achou Elton no meio da área para marcar de cabeça o segundo gol. Com o resultado de 2 a 0, o Vasco encaminhou sua classificação para fase internacional do torneio. O Palmeiras precisa vencer por três gols de diferença, assim como aconteceu na mesma fase no ano anterior contra o Vitória, na qual conseguiu o resultado positivo, se quiser continuar sonhando com o título.

domingo, 7 de agosto de 2011

Quem muito quer, nada tem

O conflito que envolve o contrato entre P. H. Ganso e o Santos chegou ao ápice. De acordo com algumas pessoas ligadas à diretoria santista, o jogador quer ganhar R$ 1 mi para continuar no peixe. Isso mesmo, um milhão de reais, salário mais ou menos dez vezes maior do que o suposto craque santista ganha atualmente (R$130 mil).

São várias as opções para tal pedido acontecer:

1) Ganso quer realmente que o Santos não aceite este incrível aumento e assim, seja mais tolerante com os clubes europeus, no que se refere a sua multa recisória

2) Ele realmente acha que está no mesmo patamar de atuações de Neymar, portanto merece receber algo próximo do que o companheiro recebe.

3) Fred ganhando R$650 mil, Deco R$750 mil, por que Ganso também não pode receber um ótimo salário?

O certo é que o clube santista não aceita por nada negociar com o camisa 10 enquanto o salário pedido for de R$1 milhão de reais. Se é ciúmes do Neymar eu não sei, mas que a passagem de Ganso pelo Santos está próxima de se encerrar, eu tenho certeza.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Futebol pra lá de badalado

Era uma vez Garrincha, craque dos anos 60 e campeão mundial pela seleção brasileira. Era um jogador que decidia dentro de campo, mas que, fora dele, fazia o que a dieta futebolística não permite.

Romário foi o craque da copa de 94. Jogou até o final da última década sendo ídolo em todos os clubes que atuou. Durante concentração e folgas, trocava artilharia por bebidas e mulheres.

Hoje em dia, os noticiários ao invés de retratar os belos lances, grandes times e ações dos administradores, o foco da mídia toma conta da vida extra-campo dos jogadores, causando mal estar entre a torcida e os ídolos do seu clube.

Os casos mais recentes são do atacante Fred, que não jogou a última partida contra o Internacional e não jogará também no fim de semana, por causa de ameaças da própria torcida tricolor.

Elkeson discutiu com os torcedores através do twitter por causa de boatos que o jogador estaria frequentando a noitada carioca periodicamente. Ronaldinho Gaúcho foi alvo do "disque-dentuço", campanha que pedia aos torcedores flamenguistas os passos do craque pela cidade maravilhosa. Coincidência ou não, Ronaldinho melhorou seu desempenho no campeonato brasileiro.

O futebol já está se tornando entretenimento na mídia, através dos teleprogramas esportivos, por exemplo, e agora, o próprio esporte, futebol, está se tornando um entretenimento, já que os "apaixonados"por futebol estão mais preocupados com a vida dos jogadores do que com o rendimento deles. Mais preocupados com as punições da diretoria sobre os jogadores do que com as medidas econômicas adotadas por eles. Mais preocupados com o que o jogador bebe, a cerveja que ele toma, do que com o dinheiro que o querido presidente da CBF, Ricardo Teixeira, gasta.